GRANDES PODERES TRAZEM GRANDES RESPONSABILIDADES

 

 A lei geral de PROTEÇÃO DE DADOS (LGPD), editada em 14 de agosto de 2018 e em vigor desde 18 de setembro de 2020, aponta as responsabilidades e diretos dos envolvidos no tratamento de dados de pessoas físicas.

 

Proteger os dados dos clientes tornou-se uma responsabilidade continuada e sujeita a sansões em caso infração. 

 

Portanto,  é urgente criarem-se mecanismos de controle que colaborem para o atendimento dos diversos requisitos dessa norma, sem no entanto, prejudicar os processos de negócio.  

Como dar conta dos desafios para criação de um programa para atender os requisitos da LGPD ?

 

Revisite seus processos
 
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Os dados pessoais e dados pessoais sensíveis são o foco de atenção, em um programa de LPGD. Todos os processos em que eles são tratados,  de forma automática ou manual precisam ser considerados e em grande medida simplificados ao máximo. Com isso evitam-se riscos desnecessários de manter o que não é necessário para o negócio.

 

Planeje suas ações 
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Um programa é uma ação continuada no tempo, e não um evento isolado por si. Recursos humanos e financeiros precisam ser considerados, e uma vez que são finitos, alocados de forma racional frente aos maiores riscos identificados. A autoridade regulatória, através de vários pronunciamentos, já se mostrou alinhada com esse assunto, porém um bom planejamento transmite o comprometimento com o atendimento à norma. 

Coloque suas ações em marcha
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Através da mobilização e participação dos responsáveis pelos processos que tratam dados pessoais, durante as fases anteriores, o programa se torna robusto, do ponto de vista de poder ser implantado em etapas, sem comprometer as atividades chave da companhia em busca de seus melhores resultados.